quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Rio à vista!

Esteira Cultural Martim Pescador
“Um Rio que passou em minha vida”

O evento foi a culminância de um projeto que se realizou desde o primeiro semestre. Cada tema de trabalho escolhido pelas  turmas derivou do tema principal e foi desenvolvido em diferentes áreas do conhecimento. Os alunos do 5ano trabalharam com o tema “A chegada da família Real no Rio de Janeiro” quando  aprenderam conceitos de astronomia e puderam perceber como os povos antigos conseguiam chegar ao seu destino, mesmo sem o uso de grandes tecnologias para navegação. Os alunos fizeram experiências sobre as fases da lua, quando desvendaram seus mistérios e mitos em fenômenos. Com o planisfério celeste puderam localizar a posição dos astros e em um outro momento apreciar a tecnologia de uso e construção de bússolas.
A 4ano fizeram experiências sobre a Floresta da Tijuca onde eles perceberam sua importância para a cidade, como a vegetação que é reguladora do cls turmas doima e captação de água que se formam nos rios dentro da floresta, abastecendo parte da população.
Nosso objetivo foi o de possibilitar a compreensão da dinâmica e dos ciclos de um ecossistema, além de valorizar a Floresta como um bem precioso. Para culminar esta iniciativa produzimos miniaturas deste ambiente em mini-terrários fechados.
Com o tema Café Carioca os alunos do 3ano aprenderam sobre os diferentes tipos de café existentes, os seus malefícios e benefícios. Foram apresentados ao grão de café verde e o grão torrado percebendo sua diferença. Degustamos diferentes grãos torrados e moídos para apurar o nosso paladar para as pequenas diferenças gustativas. Com uma ideia sustentável que oferece benefícios que auxiliam no cuidado com a saúde estimulando uma boa alimentação, além da economia de espaço, os alunos confeccionaram uma horta vertical onde foram plantadas diversos tipos de ervas, onde puderam coletar e fazer a produção de chás. Em um outro momento com os diferentes tipos de açúcar e suas propriedades os alunos acompanharam o beneficiamento do açúcar e verificaram sua energia potencial evidenciada em uma experiência explosiva e luminosa.
Os alunos do 2ano investigaram a cultura do transporte comparando os antigos e os atuais meios usados na cidade. Necessidade básica dos humanos, com o passar do tempo os meios de transporte foram evoluindo em tecnologia e em poder de poluição, a maioria deles causando um grande impacto no meio ambiente. Para tratar ludicamente desta problemática foi realizada uma corrida entre um barco a vapor contra um barco ecológico onde os alunos perceberam que além de poluir menos o barco ecológico ainda é mais rápido, propiciando um debate sobre consumo X eficiência. Os alunos ainda confeccionaram carros ecológicos utilizando material reciclável para estimular uma cultura de sustentabilidade, e com o uso do hovercraft (disco planador) os alunos utilizaram um meio de transporte do futuro que utiliza opções diferentes de combustíveis porém produzem um outro tipo de poluição, a sonora, reforçando a discussão sobre o bom senso das escolhas. 



terça-feira, 6 de outubro de 2015

O preço do combustível






O 4o ano do C.E.I, Centro Educacional Espaço Integrado, está envolvido com a pesquisa sobre as questões envolvendo  os recursos naturais.  Através do questionamento da origem e processos de formação do petróleo com o uso de ilustrações, os alunos problematizaram o consumo do petróleo e seus derivados constatando seu grande impacto de produção e seu enorme tempo de renovação.
Inspirados em uma pesquisa desenvolvida pela NASA, os alunos experimentaram o poder energético presente nas sementes de alguns vegetais como o girassol, usando seu óleo como alimento para o fogo, através de sua combustão.
Em seguida, enfatizando se tratar de uma pesquisa de muita responsabilidade, denotamos os cuidados em laboratório para a manipulação de produtos químicos e vidrarias específicas com atenção nos processos e uso de luva protetora. O objetivo era usar o óleo de girassol como matéria prima para a produção de biodiesel, fazendo uso de reações químicas entre produtos como metanol, soda cáustica e o próprio óleo de girassol tendo medidas e temperaturas devidamente controladas. O resultado final deve descansar por alguns dias para separar o biodiesel da glicerina (outro subproduto) e então testar a eficiência da queima do biodiesel.

Nossa proposta era a de questionar o uso de um produto altamente poluente e de produção bastante impactante para a natureza, incentivando o uso de um produto alternativo, com alta renovabilidade e menor índice de poluição, reforçando a ideia de preocupação com a responsabilidade socioambiental no nosso cenário urbano.

Por André Carpi

O conhecimento por trás do COCÔ !

O 4º ano do Ensino Fundamental I da Escola Eliezer Max vem desenvolvendo atividades sobre o sistema digestório, tema estudado desde o início do 2º trimestre. As aulas foram divididas em: (I) Boca, (II) Faringe e Esôfago, (III) Estômago, (IV) Intestino delgado, (IV) Órgãos acessórios e (V) Intestino grosso e Formação das fezes. Ao longo das aulas os alunos acompanharam um vídeo sobre o sistema digestório, produzido pela Superinteressante. Dentre os assuntos abordados, destaca-se a aula sobre o trajeto do bolo alimentar e a formação das fezes. Os objetivos foram: conhecer a composição das fezes e entender como ocorre essa transformação ao longo da passagem do alimento pelo corpo.
Assim que os alunos entraram no laboratório, foram convidados a participar da leitura de um texto publicado pela Abril (http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-se-forma-o-coco). A escolha do texto foi intencional e o objetivo foi tratar de um modo normal o assunto, que por vezes é considerado nojento. Devido ao vocabulário informal os alunos tiveram bastante facilidade e se sentiram bem confortáveis para dar suas opiniões pessoais. Após a leitura do texto foram respondidas algumas perguntas. O primeiro experimento realizado foi a simulação da passagem do bolo alimentar por todo o trajeto digestório até o reto. Cada grupo de alunos recebeu uma meia calça aberta nas duas extremidades e um pano seco. O objetivo era passar o pano através da meia calça usando apenas movimentos similares aos peristálticos.
A princípio os alunos tiveram uma certa dificuldade, até que surgiu a proposta de umedecer o pano. A água facilitou a compactação do pano e a sua descida pela meia calça, demonstrando a importância da hidratação e do consumo diário de agua para a formação e eliminação das fezes. Neste momento, aproveitou-se para discutir assuntos como constipação e o consumo de fibras. Para o segundo experimento foi discutido o uso de fezes como fertilizantes.
Os alunos foram convidados e montar uma bomba de sementes, baseados na composição das fezes. Receberam uma porção de terra, uma porção de argila (para dar liga) e algumas sementes. Ao final da mistura, cada grupo escolheu um canteiro ou jardim da escola para colocar sua bomba de sementes.
 É muito comum os alunos iniciarem as aulas sobre sistema digestório com um certo pudor. Através do acompanhamento do vídeo os alunos puderam se conhecer internamente e aceitar de forma mais natural a máquina perfeita que é o corpo humano. Ao longo de todo o projeto, com o auxílio dos experimentos, os alunos puderam trabalhar alguns conceitos físicos, como: digestão mecânica, atrito etc.; conceitos químicos, como: acidez e basicidade; e conceitos biológicos mais complexos, como a ação de enzimas. 
Por Tabatta da Silva


Na busca por raízes, dando frutos à imaginação



No dia 21 de maio, o 4° ano do fundamental do Carolinna Russo mergulhou no universo das plantas a fim de ter um resgate da importância ecológica dos vegetais, relacionar a parte da planta às suas funções, valorizando outra forma de vida por meio de suas adaptações e interações com o meio, no caso, um rio.

     Nesta aula, os alunos conheceram as partes das plantas tendo a pesquisa como ferramenta-verdadeiros cientistas! Indo desde raízes até frutos, viajaram pelo mundo das plantas aquáticas e terrestres. Primeiro, tiveram que descobrir em que estrutura a planta aquática está buscando por água, com a ajuda dos “olhos grandes” (lupas).
Em seguida, comparam suas texturas, bolinhas de ar e tudo mais que as fazia flutuar. “E flutuar para quê?”. Na busca pela luz, adentraram na lenda da Vitória Régia e viram que aquáticas também podem ter flor. Sem se afogar como Naiá, a personagem da lenda, exploraram toda a riqueza por trás da beleza desta linda flor e de outras mais; fazendo soltar pólen como insetos em um das maiores flores do mundo.
E o que veio depois? Dando frutos à imaginação, os fizeram se materializar, com uma bela fruta à se formar. E do fruto veio a semente, crescendo até virar uma plantinha. E que semente essa de abacate! “E para que o bebê planta cresça? O que precisa?”. Já foram investigar, pelos caminhos das folhas em um rio e com o caranguejo a animar!         
  Aproximar as crianças da flora ribeirinha, percebendo a sua rica interação com as demais formas de vida e seu meio, tem o intuito de despertar para a valorização da vida para além do ser humano-


  Viva o verde que nos faz vivos!

Por Tagore

Consumo consciente na cabeça!!!


Fomos convidados a participar de uma incrível iniciativa do Colégio Santo Inácio: Um fórum de sustentabilidade para os alunos do 2o ano do Fundamental. Neste fórum, vários  palestrantes apresentaram temas referentes à proposta de uma cultura de sustentabilidade e responderam às perguntas formuladas pelas turmas, em diferentes encontros. Coleta seletiva, produção de lixo, poluição do ar, a saúde dos oceanos, a reciclagem foram temas debatidos e apresentados por lideranças e pesquisadores das referidas áreas.  Nosso tema foi o consumo consciente, e as perguntas propostas tão sérias e profundas , como só as crianças podem fazer, rezavam sobre diversos aspectos da cultura de consumo:
- Porque consumimos sem precisar?
-Os homens das cavernas produziam lixo?
- Seus filhos são consumidores conscientes?
- É possível viver sem consumir?
A escola dá seguimento a um projeto de sustentabilidade que pretende despertar nas crianças a consciência ecológica e mobilizar as famílias sobre as questões ambientais. E fazem isso valorizando o assunto como se deve:  em um auditório devidamente preparado com toda pompa e circunstância, mais de 230 alunos durante quase 2 horas vivenciaram com todo o entusiasmo,educação e respeito, a condução da apresentação, perguntas, respostas, sendo eles mesmos mestres de cerimônia, organizadores, anfitriões, expectadores e entrevistadores. Um show de envolvimento, alegria e paixão. Se nosso futuro depende das novas gerações, por esta amostra, fico tranquilo quanto ao nosso destino!
Parabéns a toda equipe do Santo Inácio, e obrigado pela oportunidade de presenciar e participar desta iniciativa ecologicamente oportuna e mobilizadora!

Vídeo apresentado no encontro que reflete sobre o impacto ambiental da cultura humana:

É o Bicho

O 1º ano do CEC, dentro do projeto "É o bicho!", vem descobrindo as diversas coberturas corporais dos animais e suas funções. Nesta aula dia 27 de agosto de 2015, os alunos descobriram através de inúmeras atividades que há animais cobertos por penas e que vivem tanto na água quanto em terra, e que esses animais possuem adaptações fisiológicas e anatômicas para esse tipo de vida.
Após uma história contada pelo professor, as crianças puderam experimentar como uma superfície gordurosa repele a água, além de testar formatos diferentes de patas e sua eficiência para natação, depois das atividades os alunos puderam observar o animal, suas adaptações ao ambiente aquático e a eficiência de sua cobertura corporal repelir a água. É natural que uma criança associe as aves e suas penas apenas ao voo e com essas atividades podemos ampliar a percepção da diversidade de possibilidades e adaptações dos animais, além da observação de suas estruturas anatômicas que são inspiração para criação e desenvolvimento de diversas ferramentas utilizadas em nosso cotidiano. É a Natureza sempre ensinando!



Crianças testando o efeito da água em uma superfície “desprotegida”





Por Allan Farah









quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Sol da meia noite

As turmas de 5º ano do Colégio Mopi unidade Itanhangá,  trabalharam junto com os pais para comemorar o seu dia, em uma aula para descobrir os movimentos da Terra, e como esses movimentos vão influenciar o nosso planeta. Depois das diversas atividades propostas, o objetivo da aula era que os alunos compreendessem como os movimentos de rotação, translação e o plano inclinado do planeta influenciam nas mudanças de estações, no dia e noite e porque foi importante a criação dos fusos horários.
A partir de um vídeo que abordava o fenômeno do “Sol da meia noite”,  onde era explicado como os pólos permaneciam 6 meses em total escuridão e 6 meses em total claridade, foi esclarecido como o plano inclinado é responsável por esse fenômeno. Utilizando mini globos terrestres em uma posição inclinada com o auxílio de uma lanterna, os alunos puderam investigar a incidência luminosa em cada ponto do planeta.
Logo após esses conceitos estarem totalmente esclarecidos, os alunos com seus pais, utilizaram uma placa branca com uma luminária incidindo diretamente, para representar a luminosidade que chega ao planeta. Deixando a luz posicionada para a placa por algum tempo, eles mediram a temperatura dessa placa com o auxílio de um termômetro a laser, e a incidência de luz com o apoio de uma placa fotovoltáica acoplada a um multímetro. Em um segundo momento dessa mesma atividade, eles mantiveram a luminária na mesma posição e colocaram a placa deitada, representando o plano inclinado, e fizeram os mesmos procedimentos anteriores. Assim puderam comparar a mudança de temperatura e incidência solar, dependendo da posição da Terra, concluindo que isso levava às nossas estações do ano, e também as necessidades da criação dos fusos horários.

Com essas atividades, espera – se que os alunos consigam compreender como os movimentos da Terra e os fusos horários interferem na nossa vida, permitindo uma maior compreensão das múltiplas relações entre os diferentes e distantes lugares do mundo, e a noção de espaço/tempo.

Por Renata Nunes